Posts Tagged saudade
Freitas, Freitas, Freitinhas!
Posted by Renata Fern in Amor expresso... em poucas palavras, Bem à vontade on 8 de março de 2010
Música que não sai da minha cabeça….
♫ Freitas, Freitas, Freitinhas!
♫ Freitas, Freitas, Freitinhas!
♫ Freitas, Freitas, Freitinhas!
♫ Freitas, Freitas, Freitinhas!
Enquanto eu corria
Assim eu ía
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca… ♫
Por minha cabeça não passava
Só! Somente Só!
Assim vou lhe chamar
Assim você vai ser
Só! Só! Somente Só!
Assim vou lhe chamar
Assim você vai ser
Só! Somente Só!
Assim vou lhe chamar
Assim você vai ser
Só! Só! Somente Só!
Assim vou lhe chamar
Assim você vai ser…
Eu ía lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Eu ía lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Eu ía lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Eu ía lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca…
♫ ♫ Abre a porta e a janela
E vem ver o sol nascer…
♫ ♫ Abre a porta e a janela
E vem ver o sol nascer…
♫ ♫ Abre a porta e a janela
E vem ver o sol nascer…(+ 3x)
Eu sou um pássaro
Que vivo avoando
Vivo avoando
Sem nunca mais parar
Ai Ai! Ai Ai! Saudade
Não venha me matar ♫ ♫ ♫
Ai Ai! Ai Ai! Saudade
Não venha me matar
Ai Ai! Saudade
Não venha me matar
Ai Ai! Ai Ai! Saudade
Não venha me matar…
Lhe chamar!
Quem googla, acha!
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 20 de janeiro de 2010
O google realmente é um oráculo. Olha só que história doida. Quando comecei a fazer faculdade veio parar aqui no meu bairro uma família, no mínimo, excêntrica. Pai astrólogo, madrasta gente boa e cinco filhos, todos meninos lindos e roqueiros. O mais velho virou meu amigo. Pra falar a verdade não éramos bem amigos. Eu, mais velha do que ele uns três anos, namorava sério um menino da faculdade. Sério no sentido de que o meu coração batia por ele, mas devido a tantas briguinhas, idas e vindas, não deixei de olhar para os lados. Na época tinha remorso disso… Talvez remorso não seja a palavra apropriada, tinha mesmo era um falso moralismo em relação à seriedade da nossa relação. Numa turma onde todo mundo se pegava (sem sacanagem, era o carrossel da alegria!) e só eu namorava o mesmo cara desde sempre, que apenas me namorava sem maiores pretensões, daí toda a minha irritação, eu acabei traindo algumas vezes, pensando nele, claro! Uma coisa assim bem filha da puta! Eu pensava nele quando a coisa começava e depois no dia seguinte. Porque durante… eu só queria saber de aproveitar quem estava ali comigo e viver intensamente o meu sexy appeal. O bobão do meu namorado mal sabia que quando me dava bolo, os meninos aproveitavam e faziam fila na porta. E a fila só não era maior, porque eu era uma bobona apaixonada, filha da puta, mas apaixonada e resistia bravamente a maioria. Mas não dava bola pra qualquer um não! Foi aí que entrou na minha vida o filho mais velho do Clã Harres.
Eu me lembro que ele tinha uma cara de menino mau, um jeitão sisudo, que no fim das contas era o seu maior charme. Loiro até não poder mais, pele branca, cheiro de CK one, sempre, sempre com um olhar cumprido pro meu lado! E ele me tratava tão bem, mas tão bem que até cogitei certa vez jogar o meu namorado pro alto e ficar com o João pra valer!
Só que bobeei feio! A nossa diferença de idade era de apenas 3 anos e eu tinha vergonha disso. Pegar o pirra, tudo bem, mas namorar o pirra, nem pensar! Ai que ódio quando me lembro disso! Fui muito burra! Empurrei o meu namoro estressante até o fim da faculdade e perdi o João, que adorava sair comigo de carro e, entre muitos beijos, olhar as estrelas.
Óbvio que um dia ele se cansou de mim e como eu tinha contado tudo sobre o João para as minhas amigas desesperadas por um romance, ele entrou naquela fase de poder escolher. Nunca senti ciúmes. Porque sabia que bastava um simples gesto e o João era meu, como aconteceu nas poucas vezes que testei, sem que eu desse o devido valor.
Em seguida, me formei, consequentemente aquele meu namoro chatésimo acabou-se, o João por sua vez começou a namorar firme uma menina da turma dele, que segundo os próprios amigos dele era uma ciumenta insuportável e assim fomos perdendo a convivência, o contato.
Um belo dia soube que a família Harres inteira tinha se mudado de Nogueira. Perguntei por ele e me disseram num tom meio revoltado que ele tinha surtado, doado suas roupas caras e que circulava por aí numa onda meio hippie. Entendi nada.
Passaram-se anos e nada de esbarrar com o João nas ruas. Nenhuma notícia. A lembrança dele vinha à tona quando encontrava um dos amigos dele daqui de Petrópolis, fora isso ele quase caiu no esquecimento. Eu disse quase porque, olha só que loucura, há uns meses, não me lembro agora exatamente o que me lembrou o João, só sei que fiquei com ele na cabeça, como se fosse uma cisma. Caramba, no mundo de hoje, como assim fico sem notícias do João? Googlei. E encontrei. Hahaha… Como não tive essa ideia antes? Como? O fato é que já fizemos contato, ele está ótimo, lilás, melhor impossível, e o único surto que ele teve foi de inteira lucidez. Ele retomou uma tradição familiar, iniciando-se no xamanismo indígena e atua como elo entre as tribos dos USA, México e Brasil. E é óbvio que ele não abandonou a música: www.wildartists.com
Aquele menino, que não é mais um menino, embora pra mim sempre será, hoje corre pelo mundo afora comprometido socialmente.
Salve google!
Salve João!
Azedume
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 12 de abril de 2009
O meu parceiro, simplesmente o meu comparte, me deixou sem notícias por mais de 24 horas. O que me arrasou! Sim, sou dramática, exagerada, podia ter levado isso numa boa, mas não! Não seria eu. Exatamente por causa da distância, um simples recado offline no bendito msn teria sido o mínimo e o suficiente. Tenho medo do inesperado. Não que eu fique aqui pensando no pior… Mas o meu queridíssimo, que é único e insubstituível, me deve mais consideração. Pode o mundo cair, tenho que ser seu pensamento, sua tentativa de contato, sempre! Até porque eu poderia estar precisando dele.
Contente
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 28 de fevereiro de 2009
Hoje eu me senti feliz!
Sem pensar no contentamento descontente… essa coisa me estressa!
Só vivi!
Com entusiasmo, saudade, muita saudade!, mesmo que ninguém tenha percebido.
Também não ligo se ninguém lê isto aqui.
São linhas… não eu.
Na realidade tudo é mais intenso, indescritível.
Pode ser que alguém pense que eu não saiba escrever as minhas histórias…
Mas este blog não quer ser pop. A dona dele já é demais!
Quem fala de mim…
Tem paixão!
(Ao menos, quem importa!)
Da Renata,
que escreve porque precisa,
a mesma Renata
que NÃO escreve porque não precisa,
apenas sente!

Saudade
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 24 de fevereiro de 2009
O final de semana teria sido perfeito, se não houvesse dentro de mim esse substantivo abstrato impossível de ser detido.
O pior é que não estava só dentro de mim – eu vi saudade em todos os lugares.
Acho que sofri de um problema grave de impregnação mental, cardíaca, oftalmológica que diminuiu quando bem quis.
Por sorte não me consumiu de vez.
Estou aqui com fome, sede, cheia de vontades!
Ainda quero colecionar sins.

Ter fé e ver coragem no amor
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 3 de dezembro de 2008
Algumas pessoas são melhores juntas. Eis uma verdade absoluta. Já tive exemplos disto. E quem dera que a união dessas pessoas dependesse dos amigos, das verdadeiras testemunhas da beleza do casal, do brilho de um no outro, que não permite ninguém saber qual dos dois brilha mais.
Não sei porquê cargas d’água a coisa de repente desanda. Se fosse possível a tal máquina do tempo, chegar no ponto onde o medo surgiu e exterminá-lo… Mas, por bom senso, inacreditavemente, por algum motivo que ninguém que está de fora consegue compreender, essas pessoas se separam. E pode passar milhões de anos, se aquela época for lembrada, a sensação é sempre de pesar. É um nó no peito, pelo menos em uma das partes que sei, um choro contido, principalmente se existe uma trilha sonora.
Depois da separação a vida segue, os dois, ainda que lembrados quando juntos, seguem caminhos opostos. Outros laços são feitos, até mais fortes do que aquele, levando o pesar inevitável de quem viu ou soube dos dois juntos e aquela sensação de algo interrompido por estupidez, orgulho que um reflete sem o outro.
Dá pena! Dá saudade! São fotos, histórias, músicas. Não era preciso convívio, as notícias sobre os dois eram sempre intensas, falavam de um amor invencível, invejado. Tão invejado que vencível tornou-se.
Mas será que o amor dos dois acabou mesmo? Tenho minhas dúvidas.
Impressionante! Toda vez que uma relação se abala por algum motivo, sempre rola uma preocupação muito grande em dizer “verdades” e sentir “confiança”. Uns até dizem que se abstêm de dizer certas verdades porque a maioria das pessoas não gostam de ouvi-las. Mas o que são as tais verdades? As suas ou as minhas? Os fatos? Sob qual ponto de vista? Você se acha confiável? O que é uma pessoa confiável? Alguém que nunca vacilou? Será que estou diante de Jesus?!!! Hahahah…
Vamos combinar o seguinte: Guarde as suas verdades consigo mesmo porque já tenho as minhas, ou me convença de que sua opinião é a melhor, sem pretensão, sem arrogância, senão posso acabar revidando algumas verdades, que com certeza não gostará de ouvir. Não que eu prefira as mentiras, mas as suas verdades dificilmente baterão com as minhas, principalmente se vier para o meu lado com ares de “dono da verdade”. E se eu precisar, haja naturalmente, sem obrigação de nada, se calhar de ser útil, agradecerei.
Não meça o meu, o seu, o nosso amor pelas bem mal ditas verdades e a tal confiança. Não é por aí. O amor é soberano, pode até cansar, mas quando emerge se justifica por si só. É a única verdade, a única confiança, o único sentimento capaz de mudar o rumo de qualquer história, sem vergonha, medo e orgulho a tira cólo!
Acho que é assim que se reata uma relação, até de amizade. Ter fé e ver coragem no amor. Ninguém dirá que é tarde demais… ♫
Notas: Este post é o meu lamento pelo fim do namoro de dois casais de grandes amigos. Não convém citar nomes por motivos óbvios. Mas não há nada que impeça a minha saudade. Os amigos sempre sofrem com esses términos, uma pena! Ainda não consigo evitar “olhar para um, sem sentir falta do outro”, mesmo vendo a história seguir um rumo (aparentemente – afinal, a esperança é a última que morre! Hahaha…) irreversível. Podia ter tido mais paciência, ter dado outros conselhos, interferido de verdade, mas ninguém contava que eles fossem tão complicados juntos.
A vida no penhasco
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 24 de setembro de 2008
No alto de um penhasco
Diante do perigo da imensidão do mar
Só a vida importa
Não sei se antes ou depois
Da saudade
Do que vem e do que foge
Um silêncio paira
E não há paz maior
Num segundo eterno
*Nota: Foto tirada por mim, Pontal do Atalaia, 20/09/08 – Perspectiva de quem está no alto do penhasco, com os pés no chão, sob o infinito do céu, o maior de todos os horizontes (e sem linha!). Paisagem que jamais se repetirá, como aqueles segundos, o pingüin e a trilha de quem chega até ali…



















Ping-Pong