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Freitas, Freitas, Freitinhas!
Posted by Renata Fern in Amor expresso... em poucas palavras, Bem à vontade on 8 de março de 2010
Música que não sai da minha cabeça….
♫ Freitas, Freitas, Freitinhas!
♫ Freitas, Freitas, Freitinhas!
♫ Freitas, Freitas, Freitinhas!
♫ Freitas, Freitas, Freitinhas!
Enquanto eu corria
Assim eu ía
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca… ♫
Por minha cabeça não passava
Só! Somente Só!
Assim vou lhe chamar
Assim você vai ser
Só! Só! Somente Só!
Assim vou lhe chamar
Assim você vai ser
Só! Somente Só!
Assim vou lhe chamar
Assim você vai ser
Só! Só! Somente Só!
Assim vou lhe chamar
Assim você vai ser…
Eu ía lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Eu ía lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Eu ía lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Eu ía lhe chamar!
Enquanto corria a barca
Lhe chamar!
Enquanto corria a barca…
♫ ♫ Abre a porta e a janela
E vem ver o sol nascer…
♫ ♫ Abre a porta e a janela
E vem ver o sol nascer…
♫ ♫ Abre a porta e a janela
E vem ver o sol nascer…(+ 3x)
Eu sou um pássaro
Que vivo avoando
Vivo avoando
Sem nunca mais parar
Ai Ai! Ai Ai! Saudade
Não venha me matar ♫ ♫ ♫
Ai Ai! Ai Ai! Saudade
Não venha me matar
Ai Ai! Saudade
Não venha me matar
Ai Ai! Ai Ai! Saudade
Não venha me matar…
Lhe chamar!
Pense no Haiti, reze pelo Haiti…
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir, Para enlouquecer on 18 de janeiro de 2010
Desde terça-feira passada quando soube do terremoto que destruiu completamente o Haiti, só consigo pensar no quanto eles são desgraçados.
Não queria usar essa palavra ‘desgraçado’, mas não consegui encontrar outra que traduzisse tamanha infelicidade, infortúnio, miséria, angústia, desastre, revés etc.
Como se não bastasse todo o histórico, ainda aconteceu mais essa. Lá a desgraça sempre chegou a galope.
Fico pensando se, depois de tudo, ainda existe algum haitiano com fé em Deus.
Talvez os que ainda estão vivos debaixo dos escombros pensem em Deus com toda força do seu ser.
Mas e aqueles que sobrevivem àquela constante humilhação diante da pobreza, da fome, da dor, de nenhuma oportunidade digna, e agora diante do tapete de milhares de mortos?
Não sei. Não sei mesmo o que sentiria se fosse um deles. Não sei o que me motivaria diante da falta de tudo, da pobreza extrema.
Não consigo imaginar o que é perder todos os familiares e amigos de uma só vez, perder a voz da esperança de Zilda Arns e a de tantos outros missionários, vagar sem teto e agora sem chão, sentido o cheiro pútrido de tudo e todos que até então resistiam.
E misteriosamente o Cristo crucificado da igreja de Sacré Coeur permaneceu de pé.
O que isso significa?
(…)
Em pensar que essa realidade dura do Haiti, agravada por acidentes naturais, existe até aqui no Brasil.
♫ E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos
E quando você for dar uma volta no Caribe
E quando for trepar sem camisinha
E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui
Só deixo meu coração…
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 18 de dezembro de 2009
Top 10 Brasil à la Renata Fera! =D
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir, R & R on 15 de setembro de 2009
Lá vão algumas músicas que tenho escutado ultimamente. São músicas lindas, letras apaixonadas na voz de grandes feras nacionais. Todas me trazem um sentido novo e especial. Tocam em mim! … no duplo sentido. Elas apenas seguem uma ‘ordem de chegada’ particular, porque são todas sensacionais!
Ouçam e amem! ♫
1- Não se esqueça de mim -- Nana Caymmi
2- Cheiro de amor -- Maria Bethânia
3- Mar sem sal -- Luisa mandou um beijo
4- Malemolência- CéU
5- Não é fácil -- Marisa Monte
7- O meu amor -- Chico Buarque
8- Sem fantasia -- Chico Buarque e Paula Santoro
9- Noites com sol -- Flávio Venturini e Marina Machado
10- Nuvem cigana -- Marina Machado com Milton Nascimento
*Em homenagem ao meu Big Amor!
Sobre a lua…
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 21 de julho de 2009
Satélite reencantado
MARCOS NOBRE (Folha de SP – 21/07/09)
NO INÍCIO DA década de 1960, JFK estabeleceu a meta de andar sobre solo lunar. Quase ao mesmo tempo, Manuel Bandeira exprimia a ambiguidade dessa experiência em seu poema “Satélite”.
Pode ser um alívio a lua deixar de ser fonte de mistério, melancolia e projeções românticas. Ao sumir do horizonte sentimental, deixa de servir de ícone da decepção amorosa mais recente e leva com ela uma tralha poética que já não tem mesmo muito a dizer. Mas, de outro lado, esse despojamento de metáforas e mitos só pode ser vivido por alguém “fatigado de mais-valia”, por quem se encontra submetido à rotina alienante do trabalho capitalista.
Aqui, o que parecia estar em via de desaparecer era o encantamento da natureza. De alguma forma, a própria ciência pretendia colocar esse encantamento a seu serviço, pretendia traduzir impulsos mágicos em termos de mistérios por desvendar.
É o envelhecimento desse projeto que surge agora com mais clareza nas celebrações dos 40 anos da chegada à lua. A sensação é que todo aquele esforço e parafernália técnica tiveram o mesmo destino da tralha poética ambiguamente enterrada por Bandeira.
A partir da década de 1970, a pretensa neutralidade da ciência foi duramente combatida por diversos movimentos sociais, com destaque para aqueles que se colocaram contra a energia nuclear. Denunciavam a ciência como uma maneira de encobrir uma dominação política. O programa espacial dos EUA era um exemplo perfeito, já que fazia parte de uma estratégia muito mais ampla de ganhar a Guerra Fria, tanto em termos militares quanto ideológicos.
Hoje, as avaliações parecem se dividir unicamente entre quem acha que a conquista do espaço pode ainda render frutos econômicos e científicos e quem vê aí um desperdício de tempo e de dinheiro.
Nada mais resta daquele encantamento que transparecia nas séries de TV e nos filmes que faziam as crianças quererem ser astronautas ou cientistas.
Talvez não apenas porque a ciência tenha perdido muito de seu poder de encantamento. Talvez porque a própria lua tenha retomado, em alguma medida, seu “velho segredo de melancolia”. E a TV e os filmes foram aqui mais uma vez decisivos. A série “Guerra nas Estrelas” inaugurou, a partir de 1977, uma utilização de recursos de efeitos especiais que permitiram um rápido descolamento daquela tralha de foguetes que caracterizou os seriados e filmes anteriores.
O satélite de Bandeira surgia ainda no céu de fim de tarde. A lua reencantada já ia alta quando o ET e Elliot fizeram seu voo de bicicleta.
Satélite
MANUEL BANDEIRA
Fim de tarde.
No céu plúmbeo
A Lua baça
Paira
Muito cosmograficamente
Satélite.
Desmetaforizada,
Desmitificada,
Despojada do velho segredo de melancolia,
Não é agora o golfão de cismas,
O astro dos loucos e dos enamorados.
Mas tão-somente
Satélite.
Ah Lua deste fim de tarde,
Demissionária de atribuições românticas,
Sem show para as disponibilidades sentimentais!
Fatigado de mais-valia,
Gosto de ti assim:
Coisa em si,
- Satélite.
Adorei o texto do Nobre, o impacto foi ótimo! Apesar de toda a tecnologia, a natureza, que é poética por si só, insurge-se sempre com força e encantamento total. E o homem não escapa da certeza de sua subcondição. Daí o reencantamento. Não há tecnologia ou poesia de Manuel Bandeira que por mais genial em crítica e frieza rebaixe o esplendor do que o universo nos serve. Do homem espera-se a secura daquilo que sua mente não alcança. Da lua alta quem sabe virá a conquista (humanização) do próprio homem? Quem viver, verá!
E conversando sobre isso tudo com o meu queridíssimo Freitas, ele lembrou de uma música do Gilberto Gil – Lunik 9 – que simplesmente é genial. Ali já existia um medo anunciado e cantado sobre a ambição do ser humano. Por sorte, a tecnologia não evoluiu muito de lá pra cá. Tudo se limitou a meros pulinhos em meio à gravidade lunar. Já pensou quanto estaria custando a luz do luar nos dias de hoje? Os olhos da cara!!!
Para ouvir a música clique aqui e no alto-falante que aparecerá ao lado do nome da música – Lunik 9 – de 1967, ou seja, antes de Neil Armstrong!!! Antigaça!
♫ Poetas, seresteiros, namorados, correi
É chegada a hora de escrever e cantar
Talvez as derradeiras noites de luar
Momento histórico, simples resultado do desenvolvimento da ciência viva
Afirmação do homem normal, gradativa sobre o universo natural
Sei lá que mais
Ah, sim! Os místicos também profetizando em tudo o fim do mundo
E em tudo o início dos tempos do além
Em cada consciência, em todos os confins
Da nova guerra ouvem-se os clarins
Guerra diferente das tradicionais, guerra de astronautas nos espaços siderais
E tudo isso em meio às discussões, muitos palpites, mil opiniões
Um fato só já existe que ninguém pode negar, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, já!
E lá se foi o homem conquistar os mundos lá se foi
Lá se foi buscando a esperança que aqui já se foi
Nos jornais, manchetes, sensação, reportagens, fotos, conclusão:
A lua foi alcançada afinal, muito bem, confesso que estou contente também
A mim me resta disso tudo uma tristeza só
Talvez não tenha mais luar pra clarear minha canção
O que será do verso sem luar?
O que será do mar, da flor, do violão?
Tenho pensado tanto, mas nem sei
Poetas, seresteiros, namorados, correi
É chegada a hora de escrever e cantar
Talvez as derradeiras noites de luar ♫ ♫ ♫
Just a Fest II
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 25 de março de 2009
Agora, Radiohead!
Houve uma época em que eu não dava a mínima para as músicas nacionais. Sei que é triste, mas é a pura verdade. Só queria saber de Pearl Jam, Nirvana, GN’R, The Doors, Maxi Priest, Faith no more, Bon Jovi, Prince, Metallica, Red Hot Chili Peppers, U2 e por aí vai… Era capaz de ouvir Billy Idol amarradona e ignorar Legião urbana, Paralamas, Titãs, Skank ou qualquer cantor nacional que fosse febre na mesma época Hahah. Acho que era coisa da idade aborrescente ouvir um som mais agressivo, até estourar as caixas de som. Influência também dos meus primos cariocas que lá na praia do Arpoador fingiam ser estrelas de rock curtindo férias anônimas.
Essa fase só de guitarra e bateria não durou muito. Quem no Brasil vive sem samba? Sem aquela batucada? Inclusive, quando entrei na faculdade tive que dar uma incrementada geral no meu repertório, senão ficaria de fora de todas as rodinhas de violão e valeu muito a pena!
E Radiohead? Como a primeira vez a gente nunca esquece… há 16 anos ouvi meu primeiro amor cantar para mim Creep. Impossível esquecer, porque ele era estranho mesmo, as suas pernas não tinham o mesmo tamanho, o refrão… I’m a creep, I’m a weirdo soava perfeito na boca dele. Eu era novinha mas o amava intensamente.
De lá para cá o mundo deu voltas, esse primeiro amor ficou tão looonge… menos o Radiohead, que sempre ressurge com uma música perfeita para um momento que talvez nem eu entenda ou vice-versa.
Foi aí que um outro namorado… Hahah… detesto lembrar dos meus ex-namorados, mas não estou conseguindo escapar dos falecidos dessa vez. Bem, ele gostava de dormir, dirigir, tomar banho, fazer amor ouvindo música. Certa vez, como quem revela um segredo, ele me mostrou seus CDs do Radiohead e disse: Rê, você precisa ouvir isso. Vai amar!
Daí em diante Radiohead marcou a nossa relação, principalmente quando não estávamos juntos, ou até mesmo andando pelas ruas, testemunhando algum lance absurdo. Porque não é só letra, aliás, algumas não fazem o menor sentindo, é um som que faz flutuar, olhar de cima, olhar para dentro de si. Cria um estado de transe como o do Thom Yorke no palco. Ele dança esquisitaço, sacode a cabeça de um jeito que nunca vi igual. Embora seja o Ed O’Brian que arranque suspiros da mulherada, acho muito mais interessante o Yorke, acreditem!

Fora o comportamento da banda em si. Eles fazem arte com modéstia, naturalidade, apenas por prazer. São ativistas, enfim…
Senti raiva por ter perdido o show Just a Fest! Tenho que aprender a planejar a minha vida melhor. Agora só me resta ficar aqui na expectativa de outra chance. Mas nada de Kraftwerk, pelo amor de Deus! Os caras são medonhos e a música um lixo eletrônico.
Just a Fest I
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 24 de março de 2009
Ainda empolgada com Just a Fest, mesmo tendo assistido pela TV, vou contar uma história antiga, meio melancólica, sobre o primeiro contato que tive com os Los Hermanos há dez anos (Como o tempo passa rápido, mái gódi!)
Em 1998/99, quando ouvi no rádio Anna Julia, no minuto seguinte a música tinha impregnado a minha mente. Lembro-me de não ter gostado do nome da banda Los Hermanos, achei antipático ser em outra língua, a sorte é que o espanhol é bem hermano, foi fácil deixar de lado a implicância e cair dentro do CD que o meu irmão ganhou dias depois sei lá de quem.
Todos os dias ouvíamos o mesmíssimo CD. Ok! Não tínhamos muitos e esse era o mais atual. Fato é que ninguém conhecia as outras músicas da banda, só eu e o meu irmão. Anna Julia era a única música que até então liderava as paradas de sucesso, as festas e todas as rodinhas de violão.
Um belo dia soubemos que haveria um show da banda no parque de exposição de Itaipava, que coincidiu com uma festinha de aniversário surpresa que dei para o meu namorado da época da faculdade. O churrasco foi um sucesso! Bebida, música, sacanagem e mais alguma coisa que não devo lembrar ou ter visto. O meu namorado estava como pinto no lixo. Nunca mais houve uma festa que reunisse aquela mesma turma especificamente. Até aí tudo seguia perfeito.
Em seguida, partimos para o parque. Achei que a maioria das pessoas estava ali para assistir ao show de abertura da Fernanda Abreu (que se resume, na minha opinião, à música Rio 40 graus e olhe lá!) e no máximo Anna Julia.
Apenas eu, o meu namorado, o meu irmão, mais um casal de amigos, que estavam se estranhando desde cedo, descemos para assistir aos shows. O resto da turma resolveu continuar encachaçando numa das barraquinhas.
Quando começou o show dos Los Hermanos, na minha frente havia um tapete humano que não arredava o pé. Fiquei embasbacada com a quantidade de malucos que também tinham o tal CD esquisito Los Hermanos e sabiam todas as músicas de cor, como eu e o meu irmão.
O meu namorado, apesar de ser paracatuense e adorar um sertanejão, curtia outros estilos, mas até aquele momento só conhecia Anna Julia. O restante ficou pesado para uma noite só. Tinha que ter sido em doses homeopáticas, ele não curtiu o show como eu.
Lá pelas tantas enquanto eu e o meu irmão vibrávamos, pulávamos e cantávamos aos berros todas as músicas, eis que surge um altão de boné na minha frente, tampando a minha visão completamente. A ideia era pegar o boné do gigante e zunir na plateia, mas não tive coragem, não sou tão má. Só zoei com o boné na mão e pedi que ele chegasse um pouco para o lado, educadamente.
De repente senti um vazio ao meu redor.. Cadê o meu namorado? Cadê o outro casal com cara de bunda? Sumiram. Fiquei preocupada, afinal, sair no meio de um show lotado daquele jeito sem avisar é o fim da picada! O meu irmão disse que eles podiam ter ido ao banheiro ou comprar cerveja, relaxei, e como estava com o meu irmão-hermano, continuei a fazer o que estava fazendo com mais intensidade. Só queria me divertir. Vibrei, pulei e cantei muito mais até o show infelizmente acabar e a minha voz sumir.
Como já era tarde e fazia muito frio, caminhamos em direção às barraquinhas e… Lá estava o ingrato do meu namorado bebendo com o restante da turma, sem se importar se eu estava ali ou não! Foi aí que percebi a gravidade daquele comportamento. O infeliz me largou para trás, justo no dia que dei de presente uma festa de aniversário para que ele, principalmente ele, se divertisse com os amigos que tínhamos em comum. Estava decepcionadíssima, me sentindo uma idiota, só queria chegar perto dele e dizer: Obrigada pela consideração, bye-bye!
Mas não foi bem assim que aconteceu. Ele conseguiu ainda piorar a situação. Disse que saiu de perto de mim porque me viu dando mole para o cara do boné. Não acreditei quando ouvi aquilo e tenho certeza que ele também não acreditou que disse aquela merda, olhando nos meus olhos, ainda por cima. Continuei a falar com firmeza, dramatizei tudo que podia porque só queria ouvir um pedido sincero de desculpas, que ele tivesse consciência da desfeita que me fez.
Em vez disso, ele chorou das lágrimas rolarem até o queixo. Foi horrível vê-lo chorar, fiquei com remorso das coisas que disse. Entretanto, foi uma das poucas oportunidades que tive diante do seu verdadeiro eu, do seu amor por mim.
O mal entendido acabou ali. Ele me deu um beijo com gosto de lágrima e um abraço cheio de um carinho, de um precisar que parecia não ter fim. Sorrimos! Em algum lugar dentro dele tocava…
♫ Alegria é olhar pro seu sorriso e ter você sempre ao meu lado. Alegria é andar junto a você e poder ser o seu namorado, o seu namorado… ♫
Tocava sim, porque escutei muito bem! Depois passei a escutar outra música, só que dessa vez saía de dentro de mim…
♫ Não sei mais o que fazer da minha vida sem você. Agora que se foi, eu sofro tanto, eu sofro tanto sem teu amor… Vai embora não sei mais o que fazer pra aguentar… Teu amor não vale tudo que passei. .. Agora que você já foi embora, eu posso então ser bem mais feliz!
O namoro acabou no final de 99 e Los Hermanos continuou embalando a minha vida, CD após CD, com aquele estilo despretensioso que todos viram nesse último final de semana. Uma banda com cara de gente comum que só sobe no palco para falar de amor, que emociona até pela TV e que não pode se desfazer haja o que houver!!!

Estou na dúvida se foi a melhor ou uma das melhores partes do show do Radiohead. É que também amo essa banda. Mas essa história ficará para o próximo post.
Simples-mente Renata
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 3 de fevereiro de 2009
Aviso aos navegantes que o meu nome é:
RE-NA-TA
Simples assim!
Renata Fern é apenas um login, que faz todo mundo achar que o meu nome é Renata Fernanda. Só que Fern é abreviação de Fernandes, meu primeiro sobrenome, ok?
Alguns dos meus queridos me chamam de Rê, Naná, Nanata, Cafuringa (por causa do meu pai, Cafu). Mas se algum dia surgir um homem na minha vida que me chame de Renata Maria, tudo bem, vou adorar!!! Ele estará morrendo de amores por mim! Hahaha…
*Música: Chico Buarque e Ivan Lins
Viajando…
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 30 de novembro de 2008
Escutei música o dia inteiro. Procurava inspiração. E aí a vida foi passando como um filme. A cada música um cena esdrúxula. Pensamentos, sonhos antigos e ridículos vieram à tona. Lembrei de coisas que nem acredito que tive coragem de fazer. Engraçado olhar para trás e não se reconhecer direito! E olhar para frente com os olhos da imaginação e delirar com um mundo inacreditavelmente possível. Até senti um arrepio, seguido de uma euforia que só eu sei… Tudo bem, os sonhos concretos são melhores, mais saudáveis e coisa e tal, mas num domingo chuvoso e meio solitário como hoje, depois de um sábado legal como ontem, o que uma mulher como eu, solteira, sem marido, filhos e grandes responsabilidades pode fazer? Preciso SONHAR, incorporar algum personagem, planejar o minuto seguinte, o reveillon, além de cuidar do cachorro, arrumar o quarto e outras mesmices que podem matar qualquer um de tédio. Se bem que o meu John Lennon jamais me mataria de tédio, amo aquela criatura!!! Não é que a vida seja (totalmente) sem graça (hahaha), mas se não soubesse da existência de certas coisas, talvez tivesse mais satisfeita, ou se pelo menos o que quero dependesse só de mim…. falta um pouco de “poder” neste cotidiano, poder sobre o outro, sobre o amor.
Entretanto, coisas boas estão prestes a acontecer, os meus dias ditos normais andam surpreendendo. Meu coração não me engana, são expectativas que incluem tudo e todos, inclusive o show do Radiohead! Às vésperas do show da Madonna, só ouço Radiohead, maravilhoso!!! Música para qualquer momento, a melhor banda de todos os tempos! É só apertar o play e viajar!!! O único problema é: quem topa ir ao show comigo? Da minha “turminha” parece que só eu sou fã do Radiohead!
Meu radinho
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 17 de novembro de 2008
Enquanto não crio a minha rádio e descubro como acrescento ali ao lado dos outros widgets, ouçam Los Hermanos!!! Acho um absurdo quando fico sabendo que tem neguinho por aí que nunca ouviu falar em Los Hermanos!!! Vocês não sabem o que estão perdendo!!! A música dos caras é maravilhosa!!!
Rádio Los Hermanos, clique aqui! ♫ ♫ ♫
The strokes
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 11 de novembro de 2008
Sem querer trair a música nacional e apesar da bossa, do samba estarem nas veias, curto música de maneira geral e uma que não me sai da cabeça é este rock do The Strokes. O som é maneiro, a letra também, mas o clip… tétrico! Aliás, não sei porque os artistas possuem essa mania de gravar clips insinuando um afogamento, uma inundação, que bobagem! Poderia até elencar uma lista, mas agora só estou me lembrando do clip do Ozzy (no more tears).
Some people think they’re always right
Others are quiet and uptight
Others they seem so very nice nice nice nice (oh-ho)
Inside they might feel sad and wrong (oh no)
Twenty-nine different attributes
Only seven that you like
Twenty ways to see the world (oh-ho)
Twenty ways to start a fight (oh-ho)
Oh don’t don’t don’t get out
I can’t see the sunshine
I’ll be waiting for you, baby
Cause I’m through
Sit me down
Shut me up
I’ll calm down
And I’ll get along with you
Oh Men don’t notice what they got
Women think of that a lot
One thousand ways to please your man (oh-ho)
Not even one requires a plan (I know)
And countless odd religions, too
It doesn’t matter which to choose (oh no)
One stubborn way to turn your back (oh-ho)
This I’ve tried, and now refuse (oh-ho)
Oh don’t don’t don’t get out
I can’t see the sunshine
I’ll be waiting for you, baby
Cause I’m through
Sit me down
Shut me up
I’ll calm down
And I’ll get along with you
Alright
Shut me up
Shut me up
And I’ll get along with you
Djavaniando…
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Cacarecos, Para curtir on 14 de julho de 2007
No dia 14/07/07, sábado, escrevi o seguinte: Sim, eu sou uma boba melancólica, nostálgica, cheia de sentimentos baratos e vitamina “C” ! Na mesma proporção que a minha expectativa em relação ao futuro existe o meu passado, cheio de vícios e saudosismo! Acabei de tomar todas com alguns amigos e, no meio de todo aquele besteirol, a certeza de que viver é muuuuuito bom! Dos acontecimentos consternadores (…) o que importa é a vida, sempre, sob o ponto de vista mais otimista!!!
Hoje conheci o Djavan, pessoalmente, enfim, de tudo que há na terra não há nada em lugar nenhum… que vá crescer sem você sem chegar, longe de ti tudo parou, ninguém sabe o que eu sofri…
Depois que se faz trinta anos não existe mais medo à toa! Tudo torna-se muito claro!
Djavan e eu, horto mercado de Itaipava.




















Ping-Pong