Posts Tagged John Lennon
Aniversário do meu filhote
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 10 de janeiro de 2010
É John-John! Prometo que um dia, bem breve, vamos correr na praia juntos. Aguenta firme!
Feliz aniversário para o cachorro mais amado do mundo!
3 anos de alegria e cumplicidade!
Vou contar uma coisa, hein
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 19 de maio de 2009
… Lugar bom para caminhar com cachorro é a orla do Rio. Além da paisagem, que é desbunde total, lá ninguém se atreve a chegar perto do seu cão sem antes perguntar: É bravo? Daí, dependendo das coordenadas, a pessoa alisa o cachorro, brinca, pede até o telefone. Ou, sai batida!
De vez em quando aparece uma histérica questionando o fato de o cachorro não estar com focinheira ou dando ataque quando entramos em algum lugar com o cachorro. O que é perfeitamente compreensível, né não? Ninguém é obrigado a gostar de cachorro, muito menos quem já foi atacado por um, apesar de perceber uma certa intransigência na maioria das vezes.
O que importa é que tanto o apaixonado por cachorros quanto a histérica são inteligentes: Eles não se aproximam do cachorro sem o devido aval.
Agora por que aqui em Itaipava não é assim? De antemão aviso, é um saco passear com cachorro em Itaipava. Existem tantos cachorros abandonados nas ruas e dentro do parque de Itaipava que a caminhada vira um tormento. Fica aquela latição infernal. Fora os sustos.
E o que mais me irrita é a falta de desconfiômetro de algumas pessoas. Elas vão metendo a mão no cachorro sem mais nem menos e depois reclamam com a maior cara de pau quando o cachorro dá um pega ou rosna ferozmente.
Ora, faça-me o favor! Desde quando alguém em sã consciência passa a mão em um cachorro desconhecido? Dificilmente Eu, que sempre tive cachorros de diferentes raças, me atrevo, mesmo quando dizem que são mansos.
Sorte que o Lennon ainda não mordeu ninguém, só ficou na ameaça. Embora no fundinho gostaria que mordesse (de leve), para que eu pudesse dizer: Bem-feito. Assumiu o risco, agora não olhe para mim. Passar bem!
O meu cachorro não é dos mais bravos, mas também não é mansinho. É enjoado. Existe todo um ritual para que alguém estranho chegue perto dele. Ele precisa se sentir seguro, ser cativado, ir com a cara da pessoa, comportamento instintivo de qualquer animal. Falei alguma besteira?
Aproveitando o embalo, acabaram de lançar uma máquina de lavar cachorros! Bizarro! Mas sei lá. Acho que o meu cachorro odiaria, sairia de lá traumatizado. Os meus gatos, então, não consigo imaginar! Que maluquice!

Outra matéria que achei interessantíssima sobre cães foi esta que saiu no BBC – Amizade de cão. Depois ainda dizem que os animais são irracionais! Demais!
Viajando…
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Para curtir on 30 de novembro de 2008
Escutei música o dia inteiro. Procurava inspiração. E aí a vida foi passando como um filme. A cada música um cena esdrúxula. Pensamentos, sonhos antigos e ridículos vieram à tona. Lembrei de coisas que nem acredito que tive coragem de fazer. Engraçado olhar para trás e não se reconhecer direito! E olhar para frente com os olhos da imaginação e delirar com um mundo inacreditavelmente possível. Até senti um arrepio, seguido de uma euforia que só eu sei… Tudo bem, os sonhos concretos são melhores, mais saudáveis e coisa e tal, mas num domingo chuvoso e meio solitário como hoje, depois de um sábado legal como ontem, o que uma mulher como eu, solteira, sem marido, filhos e grandes responsabilidades pode fazer? Preciso SONHAR, incorporar algum personagem, planejar o minuto seguinte, o reveillon, além de cuidar do cachorro, arrumar o quarto e outras mesmices que podem matar qualquer um de tédio. Se bem que o meu John Lennon jamais me mataria de tédio, amo aquela criatura!!! Não é que a vida seja (totalmente) sem graça (hahaha), mas se não soubesse da existência de certas coisas, talvez tivesse mais satisfeita, ou se pelo menos o que quero dependesse só de mim…. falta um pouco de “poder” neste cotidiano, poder sobre o outro, sobre o amor.
Entretanto, coisas boas estão prestes a acontecer, os meus dias ditos normais andam surpreendendo. Meu coração não me engana, são expectativas que incluem tudo e todos, inclusive o show do Radiohead! Às vésperas do show da Madonna, só ouço Radiohead, maravilhoso!!! Música para qualquer momento, a melhor banda de todos os tempos! É só apertar o play e viajar!!! O único problema é: quem topa ir ao show comigo? Da minha “turminha” parece que só eu sou fã do Radiohead!
Campanha: Adote um vira-lata e seja mais feliz! :)
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 31 de julho de 2008
Não me lembro de nenhum momento da minha vida em que não tivesse pelo menos um gato ou um cachorro por perto. Não estou falando no sentido figurado, se bem que as duas hipóteses estão valendo. Acrescentaria até mais um bichinho: o pangaré! Vamos lá, recapitulando, não me lembro de nenhum momento da minha vida em que não tivesse pelo menos um gato, um cachorro ou um pangaré por perto. Impressionante! Em todos os momentos o gato não me dava bola, eu estava com o cachorro (Ó, sina!) e o pangaré era aquele inconveniente insuportável que sempre enxerguei de longe e detestei.
Depois de um bom tempo sozinha, o único cachorro que ainda existe na minha vida é o John Lennon! E o homem com quem vivo um sonho dormindo ou acordada é incomparável e de verdade. E não importa o nosso tipo de relação, aliás, quem disse que os relacionamentos precisam ser definidos? Fugir do padrão não significa ter uma relação indefinida. Tudo é às claras, bom à beça e está bastando, isso que importa!
Voltando ao que interessa, o Lennon não se toca que é um cachorro e me convenceu disto. Vive aqui em casa como se fosse meu filho. Incrível, como se parece comigo, mesma personalidade, com a vantagem de que não possui nenhuma responsabilidade, a não ser sua eterna e desmedida fidelidade peculiar a mim. Que mais posso querer? Ele é tão maravilhoso no dia a dia que nem percebo que suja o quintal, simplesmente limpo no automático!
Só que o filho da mamãe aqui é super precoce! Com menos de dois anos de idade seduziu a dona Sophia que tem oito anos e já é papai de uma ninhada de 5 cadelas (detalhe: nenhum macho), uma mais linda que a outra. Sabe como são os filhotes, né? Todos com cara de ursinho de pelúcia. E já com 1 mês e 7 dias de idade.
Agora a vovó aqui pergunta, de-ses-pe-ra-da-men-te:
Com tantos animais abandonados na rua, com tanta gente que detesta e maltrata animais, com tanta gente querendo só cachorro de raça, com tanta gente querendo só os machos, ONDE EU VOU ARRUMAR DONOS DECENTES E AMOROSOS QUE QUEIRAM ADOTAR AS MINHAS TETÉIAS?
Não podemos ficar com a ninhada, não temos espaço. E agora que praticamente já desmamaram, estão prontas para serem adotadas. Se demorar muito, ficará ainda mais difícil, daqui a dois meses já terão porte médio. Como crescem rápido, inacreditável! O pior é que aqui na redondeza todos já possuem cachorros, gatos etc., ou seja, nem adianta oferecer!
Resolvi apelar, chantagem emocional mesmo! Assistam aos videozinhos caseiros e apaixonem-se perdidamente pela Melzinha, Lindinha, Madonninha, Frida e a Ursa. Digam SIM e adotem um vira-lata com o peito cheio de orgulho! Estejam certos que são animais super resistentes, espertíssimos, únicos até na aparência.
Para matar a curiosidade, a origem da ninhada é de prima: A Sophia é cruza de pastor alemão com flat coated retrivier; e o John Lennon é filho de pastor belga de malinois com uma fêmea cruza de rottweiller e pastor alemão. Perceberam a ascendência de alta e rara estirpe da ninhada?
Aos pretendentes, por favor, entrem em contato o mais rápido possível, desde que satisfaçam aos seguintes requisitos:
_ Certificado de idoneidade moral;
_Experiência comprovada com outros animais;
_Comprovante de residência com disponibilidade de espaço adequado ao bem-estar canino;
_Comprovante de renda compatível com o apetite do mais novo membro da família;
_Compromisso com necessidades básicas, tais como: amor, paciência, vacinas, vermifugações e higiene.
Quem não possuir as qualificações acima, poupe o meu precioso tempo! Não vou entregar uma de minhas tetéias nas mãos de quem não me inspira total confiança. Não quero que corram o risco de serem maltratadas, abandonadas ou virem cachorro-quente, estamos entendidos?
Adotem um vira-lata e sejam mais felizes!!!
De preferência uma de minhas tetéias, ok?!
“Eu” garanto.
Beijos.
Otimismo não mata ninguém
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 19 de julho de 2008
Já me senti feliz algumas vezes, ou melhor, várias vezes, incontáveis vezes, com e sem motivos, até mesmo sem me dar conta. Sei também que você já se sentiu assim. Cada um à sua moda. E estas modinhas é que interessam. Poderia citar alguns exemplos, aliás, é o que pretendo neste blog, citar alguns sins da minha vida. Não apenas para me gabar, florear a realidade, mas tentar (praticamente em vão) descrever a melhor das sensações em diversos momentos. Acho importante não deixar cair no esquecimento a sofisticação do simples, dividir emoções. É como ter e ser uma testemunha, multiplicar o prazer, alcançar…
Pode ser que a vida seja uma montanha-russa muito mais assustadora que divertida, e daí? A qualquer hora, entre altos e baixos, a única certeza comum a todos é nada mais que a constante busca pela Fe-li-ci-da-de, pelo maior número de momentos felizes possíveis. Qualidade de noventa-e-nove-vírgula-nove-nove-nove-nove-nove-reticência-por-cento da população mundial! E é estatisticamente comprovado que não existe felicidade, a verdadeira felicidade, aquela que faz valer cada segundo de nossas vidas, que não esteja vinculada à necessidade de ser útil, solidário, bom caráter. Não há futilidade que resista muito tempo, não mesmo.
É por isso que acredito na humanidade, SIM! Ria à vontade, sei que considera piegas o que acabou de ler. Mas pense comigo: se noventa-e-nove-vírgula-nove-nove-nove-nove-nove-reticência-por-cento da população mundial quer ser feliz, é óbvio que um dia o mundo vai ser feliz!!!
♫ Eu que já não sou assim
Muito de ganhar
Junto às mãos ao meu redor
Faço o melhor que sou capaz
Só pra viver em paz. ♫
Feliz Blog Novo!!!
Posted by Renata Fern in Bem à vontade on 14 de julho de 2008
Repita comigo e quantas vezes quiser a palavra: “Sim”
Diga sim, não como um resignado que olha para o chão, e sim como um entusiasta que olha para o céu e só pensa em coisas boas. Diga sim como alguém, longe de ser um Zé Ninguém, que não encontrou no dicionário uma palavra mais positiva. Diga Yes no mesmo tom que John Lennon, em 1966, no Indica Gallery em Londres, durante a exposição de artes plásticas de Yoko Ono, a mulher que amaria pelo resto de sua vida, pública e despudoradamente, no alto de uma escada com uma lupa numa das mãos, lendo e redescobrindo o significado de uma palavra simples e tão fascinante como o céu, o amor, tudo que faz suspirar, colorir e viver.
Vamos descomplicar essa vida, o mundo na medida do possível, dizer muitos sins e como donos dos nossos narizes, em qualquer lugar, ficar à vontade para o bem!
Diga sim e fique à vontade também no meu novo blog e se torne um colecionador de sins, como eu e muitos por aí. É outra fase, talvez nada demais, pequena mudança que por menor que seja não deixa de ser positiva.
*Adeus blog velho: TUDo dE MIm paRa o MuNDo…
John Lennon e eu
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Cacarecos on 10 de janeiro de 2008
Desde sempre, cachorros e gatos fazem parte das feras da minha família. Tivemos vários cachorros ao longo dos anos, mas nenhum como este projeto mal acabado de pastor alemão exibido aí da foto. E tenho que confessar, nunca dei muita bola para os vira-latas.
Se tivesse que ter um cachorro para chamar de “meu”, que fosse de raça com porte médio, bonito, latido grosso e cara de bravo, mesmo sendo um banana. Ainda mais depois de uma pastora alemã e uma rotweiller… Para assumir um vira-lata foi preciso muito amor!
Não que eu maltratasse os vira-latinhas, nada disso! Mas gostava de tirar onda com cachorros de raça. Vaidade besta, sei agora! Eu amo o Lennon! E para mim é o cachorro mais lindo de todos. E ele é meu mesmo, isso que é legal! Só obedece a mim. Meu guarda-costas. Também pudera, foi criado no colo da mamãe aqui… Hahah.
Ele se confunde com minha sombra. Se não ficar atenta, tropeço nele. Nunca tive uma relação assim com animal nenhum. O Lennon me faz carinho o tempo todo, conversa comigo com seus olhares, firmando para sempre sua lealdade.
Quando não estou em casa, ele muda de humor. Fica preocupado e não descuida do portão até eu chegar. E, quando chego, é aquela farra, como não me visse há séculos. Abana o rabo sem parar com a língua pra fora numa euforia que só vendo. Pula em mim e me abraça como uma pessoa. Fico boba!
São muitas as peripécias do Lennon. Ele não se toca que é um cachorro. Se ligo o som, ele já faz aquela cara de festeiro, balançando o rabo como quem sente a energia da música. Não adianta tentar educar, expressões do tipo “vai lá pra fora” e “desce do sofá” acho que ele jamais compreenderá, principalmente se eu disser, certo do poder que tem sobre mim.
Ele sabe onde costumo sentar e é ali que ele se esparrama, tipo “aqui eu posso, estou no lugar da minha mãe e, se bobear, nem ela me tira daqui”. Fora a chantagem emocional pra conseguir pão ou seja lá o que cismar! Ele vem olhando debaixo pra cima com aquela cara de coitado morto de fome, apóia a cabeça na minha perna e fica ali secando a comida até eu não agüentar mais de tanta dó e ceder à chantagem. Um espertalhão! Sempre caio nessa. Sou uma bobona!
Quando durmo no sofá ou até mesmo na minha cama, acabo acordando por não conseguir mexer as minhas pernas e aí que percebo a presença do folgado, que não é mais um filhotinho, está enorme!
E por conta desses abusos, haja banho! É preciso muitos cuidados. Detesto cachorro fedido. Senão a casa acaba também com tudo que tem dentro. Higiene é importante! Até porque ele não é o único animal na casa. Eu divido literalmente o meu espaço com ele.
Quando chamo John-John é sinal de que algo muito bom vai acontecer e como sempre faço as vontades, proporcionando uma vida de cachorro maravilhosa, esse chamado tem que ser raro para que ele possa valorizar esses momentos.
Hoje vou passar o dia chamando-o de John-John para o desespero total dele. Ele fica que não se agüenta, nem late direito, estica o corpo todo angustiado, percebo os olhos até mais brilhantes, não sabe se me abraça ou se joga no chão fazendo graça. É o aniversário dele com direito a passeio de carro, corrida no parque, banho no pet-shop, osso especial tamanho gigante e carinhos sem fim! Quem foi mesmo que disse que vida dura é vida de cão?
Só sei que ter um animal é exercitar o tempo todo amorosidade. O bichinho é inocente e só quer dar carinho. O Lennon vê em mim seu porto-seguro e eu vejo nele o meu amigo mais fiel, um anjo da guarda.
Feliz Aniversário meu querido John Lennon!!!
Família…
Posted by Renata Fern in Bem à vontade, Cacarecos on 2 de agosto de 2007
… AS FERAS DA MINHA VIDA: Mãe, pai, irmão, irmã, amigos, gatos & cachorros!

Aqui estão algumas das criaturas fantásticas da minha vida! Na seqüência: Boris, Esteban, Sophia Loren , Sasha, Dora, Mima de Montmartre, Sophia de novo, Madonna, John Lennon de vários ângulos, Esteban e Sophia no repeteco para finalizar o mural de fotos.
O Boris (vira-lata com cara de labrador) pegamos na rua, abandonado ainda filhotinho! Era nosso até bem pouco tempo. Antes que destruísse a casa, arrumamos outro dono, um fazendeiro amigo nosso, ou seja, bastante espaço para o Boris correr e se divertir! Enquanto ele vivia aqui reclamávamos com freqüência, mas depois choramos durante meses de tanta saudade! Até ameaçamos pegá-lo de volta, mas o novo dono disse que só se fosse por cima do cadáver dele! Estava completamente apaixonado pelo Bóris! Aí tivemos que nos conformar!
O Esteban, o meu gato preferido, charmosíssimo, super companheiro, só bebe água na torneira, é filho da Mima com o Johnnie Walker (um gato preto com os olhos dourados, filho da Sasha com pai desconhecido, está sumido há um tempão).
A Sophia Loren, a cara da minha mãe, carente e chata toda vida, é filha da falecida Hannah (uma pastora alemã linda e maravilhosa) com o falecido Lennin (um flat coat retrivier – educadíssimo e muito carinhoso).
A Sasha foi a primeira gata da casa, ganhamos de um amigo do meu pai. Ela é uma gata siamesa velha caquética, nem sei mais a idade dela, vive atrás do meu pai.
A Dora e a Mima, são duas gatinhas brancas dengosas, parecem bibelôs, também achamos na rua, em frente a nossa casa, precisamente!
A falecida Madonna é aquela rottweiller que roubei de um canil toda maltratada! Era uma dama inteligentíssima! Parecedissíma comigo! ![]()
E o caçula da família é o queridíssimo John Lennon, filho da Frida (pastora alemã de um amigo) com pai desconhecido. Esse cachorro veio de São Paulo comigo há pouco tempo. Morei em Boituva por 6 meses no início do ano. Quando resolvi voltar para Petrópolis, foi um sufoco conseguir trazê-lo comigo. Não tinha carro, não podia trazê-lo de ônibus, de avião era caro e complicadíssimo. Eu dependia de uma carona de alguma alma caridosa que não surgia nunca.
Os meus amigos de lá diziam: Ihhh, larrrrga mão desse cão! Ele é vira-lata e se vira na rua! Desapega! Eu ouvia isso e quase chorava . Como deixar o Lennon para atrás depois de 6 meses juntos? Eu ganhei esse cachorro quando ele tinha 15 dias de nascido! Quase um filho, eu diria! Mas aí o meu irmão apareceu como um super herói e nos trouxe para casa de carro. Foi a salvação da lavoura!
O Lennon é um projeto de pastor alemão mal acabado e adorável! Ele pensa que é uma pessoa, definitivamente! Não tem a menor noção de que é um cachorro, que deve ficar do lado de fora, que tem que comer ração, usar coleira para passear etc. Quando recebe uma bronca, ele vem na minha direção, olhando de baixo pra cima, com uma parte da língua para fora e com a maior agilidade do mundo pula com as patas no meus peitos e manda aquela lambida aonde pegar, como se tivesse dizendo: Desculpa, Rê, foi mal! Eute amo, você me ama, vamos aproveitar a vida sem drama!
Amo essas ferinhas!!! São super companheiras e amáveis! Como alguém pode não gostar dessas “criaturas fantásticas”?



















Ping-Pong