No alto de um penhasco
Diante do perigo da imensidão do mar
Só a vida importa
Não sei se antes ou depois
Da saudade
Do que vem e do que foge
Um silêncio paira
E não há paz maior
Num segundo eterno
*Nota: Foto tirada por mim, Pontal do Atalaia, 20/09/08 – Perspectiva de quem está no alto do penhasco, com os pés no chão, sob o infinito do céu, o maior de todos os horizontes (e sem linha!). Paisagem que jamais se repetirá, como aqueles segundos, o pingüin e a trilha de quem chega até ali…


Nem antes, nem depois. Segundos eternos
Lindíssima poesia
Beijão do Freitas
Dá pra chamar de poesia? Lá em cima… senti uma emoção, nem sei explicar…
Valeu a espairecida!
Beijos